segunda-feira, 31 de outubro de 2011

História do Halloween




A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas  - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

 Travessuras ou Gostosuras?(Trick-or-treat)


brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.

Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)
A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.

Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.
enganara Satã ao subir uma árvore. Jack então esculpiu uma imagem de uma cruz no tronco da árvore, prendendo o diabo para cima a árvore. Jack fez um acordo com o diabo, se ele nunca mais o tentasse novamente, ele o deixaria árvore abaixo.
De acordo com o conto de povo, depois de Jack morrer, ele a entrada dele foi negada no Céu, por causa de seus modos de malvado, mas ele teve acesso também negado ao Inferno, porque ele enganou o diabo. Ao invés, o diabo deu a ele uma brasa única para iluminar sua passagem para a escuridão frígida. A brasa era colocada dentro de um nabo para manter por mais tempo.
Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então o Jack O'Lantern (Jack da Lanterna), na América, era em uma abóbora, iluminada com uma brasa.


Bruxas

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!
A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.
O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.
Halloween pelo mundo

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.
Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).
México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.
Tailândia
Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos
a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria
a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.
o caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.
a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.
as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.
os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.
a aranha - simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.
o morcego - simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.
o sapo - está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.
gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso
Cores:
Laranja - cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.
Preto - cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.
Roxo - cor da magia ritualística.

Flamenco

Recebe o nome de Flamenco  um gênero de música e dança originário das tradições culturais da comunidade autônoma da Andaluzia, parte da Espanha. Importante lembrar que o flamenco e a música folclórica andaluza não são a mesma coisa, mesmo que através dos séculos as duas tradições tenham se encontrado em vários momentos.

Uma das mais populares manifestações culturais da Espanha, o flamenco espalhou-se pelo mundo todo, sendo possível encontrar centros de ensino tanto da música quanto da dança derivada do estilo em qualquer grande centro. Uma sessão típica de música flamenca é composta por quatro elementos: canto, dança, toque de guitarra, e o chamado “jaleo”, algo como o incentivo, que envolve gritos efusivos, palmas, batidas de pé, tudo para “aquecer” a atmosfera da apresentação.
É quase que certo que o flamenco em sua forma original contava somente com a voz, um grito primitivo ou cantar acompanhado apenas pelo ritmo batido ao chão, sob uma tábua de madeira ou cana. Estes estilos são conhecidos como palo secos, ou estilos de seca, e eles são as mais antigas formas conhecidas. O surgimento da guitarra dentro do flamenco é um mistério, pois a época de sua adição não é conhecida, mas sabe-se que foi gradualmente introduzida como um instrumento de acompanhamento. Atualmente é muito comum nas apresentações dos artistas a adição do “cajón”, uma caixa de madeira na qual se faz uma percussão que acompanha os toques do guitarrista. O cajón tem origem latino-americana, vindo da música colombiana e afro-peruana.
O canto flamenco tem origem nas comunidades que habitavam o sul da Espanha desde os tempos da presença muçulmana na área. Isso equivale a dizer que o estilo tem raízes antigas e diversas, tomando emprestado um pouco da cultura cigana que se origina na Índia e perambula por toda a Europa, além da cultura árabe e da música dos judeus espanhóis. Quando os ciganos chegaram à Andaluzia vindos da Índia por volta de 1425, trouxeram com eles a canção e estilos de dança com fortes ligações indianas. Com a unificação da Espanha e a ascenção dos reis católicos ao poder, os judeus, árabes e ciganos passam a ser perseguidos pelas autoridades e pela inquisição, diluindo um pouco de suas características originais. Apesar de uma trajetória bastante antiga, seu desenvolvimento só receberá atenção a partir dos últimos 200 anos, sendo que quaisquer dados antes disto fica aberto ao debate e à especulação. Muito do que se sabe deste período mais obscuro vem das histórias e lendas que foram passadas através das famílias, de uma forma semelhante à música flamenca em si.
Dentro da música flamenca existem vários palos (ritmos ou estilos) diferentes e às vezes contrastantes entre si, alguns adotados do folclore andaluz, outros da música cultivada nas colônias americanas e até mesmo ritmos de origem africana aglutinados ao gênero.
São estes os vários palos da música flamenca:
  • Alboreá
  • Alegrías
  • Bambera
  • Bandolá
  • Bulerías
  • Cabales
  • Campanilleros
  • Cantiña
  • Caña
  • Caracoles
  • Carcelera
  • Cartagenera
  • Colombiana
  • Copla andaluza
  • Córdoba ou Cordobesa
  • Corríos
  • Debla
  • Fantasía
  • Fandango
  • Fandanguillo
  • Farruca
  • Galeras
  • Garrotín
  • Granaína
  • Guajira
  • Jabegote
  • Jabera
  • Jota
  • Liviana
  • Malagueña
  • Mariana
  • Martinete
  • Media
  • Media Granaína
  • Milonga
  • Minera
  • Mirabrás
  • Murciana
  • Nana
  • Petenera
  • Polo
  • Romance
  • Romeras
  • Rondeña
  • Rumba
  • Saeta
  • Seguirilla ou Siguiriya
  • Serranas
  • Sevillana
  • Soleá
  • Tango
  • Tanguillo
  • Taranta ou Taranto
  • Tientos
  • Toná
  • Trillera
  • Verdiales
  • Vidalita
  • Zambra Mora
  • Zorongo

Abstracionismo

Sem depender dos sentidos ou de uma percepção sólida e estática das coisas, a arte abstrata  procura expressar, transmitir e mostrar a qualidade e conteúdo de algo, sem forma definida. Não há na arte abstrata o objetivo de representar figuras concretas ou inerentes à realidade.

abstracionismo  nasceu através de experiências de artistas vanguardistas europeus que fugiam das normas acadêmicas, no início do século 20. O russo Wassili Kandinsky, falecido em 1944, é considerado pioneiro das obras não-figurativas.
A arte abstrata divide-se em fases:
Sensível ou informal : Cores e formas são de forte expressão nesta fase. Além de Kandinsky, Franz Marc é o artista mais citdo nesta fase.;
Tachismo: Manchas e borros expressados dentro de um espaço determinado na obra;
Grafismo: Linhas, curvas, traços, pinceladas e todo signo gráfico no contexto abstrato;
Orfismo: Expressão ligada à música;
Raionismo: Riscos e raios com luminosidade;
Abstracionismo geométrico ou formal: Formas e cores dadas a expressão geométrica.
Pintura gestual: Pintura que expressa emoções, e execução espontânea diretamente na parede, locais e telas gigantes.
Manabu Mabe e Tomie Ohtake são representantes do abstracionismo sensível em nosso país. Na abstração geométrica temos movimentos ligados ao concretismo paulista e carioca.

A Arte da Maquiagem

maquiagem  é uma arte ancestral, encontrada até mesmo entre os homens primitivos, os quais já usavam essências na epiderme, junto com outros enfeites e acessórios. Normalmente esta técnica é aplicada nas pessoas com o objetivo de embelezá-las, mas em várias culturas ela tem finalidades cerimoniais e religiosas.

Nos estudos antropológicos podem-se encontrar vários exemplos de pinturas artísticas nos corpos de nativos americanos e de aborígines do continente africano. Muitos povos tinham o hábito de utilizar elementos de origem vegetal como o urucum ou o carvão, bem como argila e pedras trituradas.
Foi no Egito que a maquiagem ganhou seu caráter moderno e estético. Esta civilização criou o culto da beleza entre homens e mulheres, especialmente com o uso de hena na elaboração de pinturas faciais e corporais, particularmente em volta dos olhos, destacando-os sem igual. Os faraós mantinham a crença na preservação da beleza mesmo depois da morte, acreditando que deveriam estar perfeitamente embelezados ao ressuscitarem; assim, também os mortos eram maquiados.
Hoje a maquiagem é profundamente influenciada e orientada pelas imposições do universo da moda. A matéria-prima utilizada é de outra natureza, mas a busca incansável da beleza é a mesma. De acordo, porém, com um dos maiores maquiadores brasileiros, Aguinaldo Silva Leandro, esta técnica não deve se submeter ao mundo ‘fashion’, e sim oferecer a cada um o máximo bem-estar possível.
Em uma boa maquiagem não podem faltar: Demaquilante; Hidratante com filtro solar; Base para pele; Pó facial; Pincéis para blush, sombra e batom; Sombra em várias tonalidades; Delineador líquido; Lápis para olhos; Pente e lápis de sobrancelha; Pinça para limpar sobrancelha; Blush; Batom; Gloss e Corretivo.
Atualmente a profissão de maquiador  está envolta em uma aura de status e glamour. O profissional é não só um artista, mas também um técnico especialista, o qual conhece uma ampla gama de essências que não só produzem a desejada beleza humana, mas também conferem as necessárias características aos intérpretes teatrais, televisivos e cinematográficos, além de realçarem fotos e desfiles da esfera ‘fashion’.
A maquiagem é fundamental na constituição do personagem, nos palcos ou nas telas dos cinemas. Desde a antiga Grécia, nas raízes do Teatro, passando pelo Japão, Índia e outras nações orientais, recorre-se a esta técnica para alterar a identidade do ator. Na TV brasileira alguns profissionais se destacam, como Eric Rzepecki, que brilhou na Rede Globo na década de 70.
Este maquiador de origem polonesa tem, acima de tudo, o mérito de dar destaque a esta profissão em nosso país. Sua técnica foi utilizada em inúmeras novelas e programas especiais. Além disso, ele foi o mestre de vários outros conhecidos profissionais que surgiram posteriormente, os quais se consagraram não só neste veículo, mas também no cinema, nos palcos e na moda. Entre eles estão nomes como Ana Van Steen, Armando Filho, Duda Molinos, Leopoldo Pacheco, entre outros, também denominados visagistas.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Formas de Governo:


Congresso Nacional, localizado na capital federal, Brasília - DF.
Entende-se por formas de governo o modelo institucional de administrar uma sociedade. Dessas formas originam as práticas governamentais, que são as características de cada governante. São formas de governo: a monarquia, o anarquismo e a república. E são práticas governamentais: o absolutismo, a democracia, o parlamentarismo, a aristocracia, o presidencialismo e o totalitarismo.

A monarquia consiste no regime de governo de uma só pessoa, no caso, o rei. A troca de poder monárquico pode ser feita de forma hereditária (quando morre o pai, assume o filho) ou por indicação (se o rei não tiver filhos, indica um parente mais próximo, como sucessor). Agregado à monarquia temos o parlamentarismo que consiste em uma assembleia eleita pelo povo, com poder legislativo. Um Estado pode adotar como regime os dois modelos agregados, como é o caso da Inglaterra, governada por uma monarquia parlamentar, em que o poder é dividido entre o Rei e o Primeiro-Ministro.

A república é o regime em que o governante é eleito pelo povo. Como no caso da monarquia, a república também pode ser associada a uma prática governamental: a república aristocrática, na qual o governo é de responsabilidade de grupos privilegiados; a república presidencialista, em que o presidente é eleito, ficando no cargo por tempo determinado (no Brasil, quatro anos) e tendo como característica a divisão do poder em administrativo, legislativo e executivo; e a república parlamentarista, em que o governante é eleito para o cargo de chefe de Estado, enquanto o parlamento escolhe o chefe de governo.

Existem ainda regimes totalitaristas (o poder do Estado é absoluto sob os cidadãos; ditadura) e regimes anarquistas (em que há a ausência de poder do Estado). E, por fim, a democracia, que consiste no poder do povo. Na Grécia Antiga, democracia era uma forma de governo republicano em que o povo escolhia seus representantes. A palavra deriva do grego “demos” (povo) e “kratia” (poder).

Ética.


Ramo da Filosofia
Ética é um ramo da filosofia que estuda o comportamento e a moral do ser humano. A ética mostra princípios para que se viva corretamente em meio a sociedade. Na filosofia, a ética é um comportamento voltado para o bem, para a justiça e para a felicidade de si próprio e das pessoas que estão à volta.

A ética não pode ser considerada como lei, pois quem ultrapassa sua ética não terá nenhuma punição grave, mas terá dentro de si sentimentos que o acusará por ferir a moral. Em todos os ramos profissionais existe uma forma de comportamento que começa desde a educação do ser humano.

Na educação, a ética tem a função de formar o indivíduo ciente de seus deveres e direitos dentro da sociedade em que vive. No trabalho, a ética empresarial atua como segurança de sobrevivência e reputação da entidade.
Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.), por exemplo, foi um filósofo grego que atuou em várias áreas do conhecimento entre elas está à ética, lógica, política, teologia, metafísica, antropologia. Dentre suas experiências, a ética tinha força expressiva, pois pensava, sobretudo no bem comum da humanidade. É considerado também como o fundador da lógica.

O nascimento da Filosofia.


A formação e reflexão de ideias.
A filosofia é a arte que busca incessantemente explicações para que a realidade seja compreendida de forma que tais explicações sejam racionais. Tal arte nasceu a partir do descontentamento de algumas pessoas em relação às explicações dadas através de mitos que relacionavam todas as coisas à reação de deuses.

No período mitológico, as alterações que ocorriam na natureza eram explicadas como atitudes tomadas pelos deuses, mas as pessoas que percebiam tal modificação passaram a questionar o que provocava tais alterações. A partir dos questionamentos, a filosofia surgiu embasada na cosmologia que explica de forma racional a origem e transformação da natureza, afirmando que o mundo não foi criado e sim que é eterno e passa por transformações, de forma que não há a possibilidade de ter fim.
As descobertas durante as viagens marítimas que faziam permitiam que os gregos descobrissem que o mito sobre a influência dos deuses na natureza nada mais era do que histórias sem comprovação e que a natureza passava por constantes mudanças que ocorriam sempre nos mesmos períodos.

Apesar de Sócrates ser um grande e destacado estudioso da filosofia, Tales de Mileto é o filósofo que originou tal arte. Assim é considerado, já que iniciou a filosofia ocidental, fundou a Escola Jônica e ainda formou discípulos como Anaxímenes e Anaximandro, esses acreditavam que havia apenas uma substância primordial que originava todas as outras coisas.

O que é cultura?


Cultura indígena
É comum dizermos que uma pessoa não possui cultura quando ela não tem contato com a leitura, artes, história, música, etc. Se compararmos um professor universitário com um indivíduo que não sabe ler nem escrever, a maior parte das pessoas chegaria à conclusão de que o professor é “cheio de cultura” e o outro, desprovido dela. Mas, afinal, o que é cultura?

Para o senso comum, cultura possui um sentido de erudição, uma instrução vasta e variada adquirida por meio de diversos mecanismos, principalmente o estudo. Quantas vezes já ouvimos os jargões “O povo não tem cultura”, “O povo não sabe o que é boa música”, “O povo não tem educação”, etc.? De fato, esta é uma concepção arbitrária e equivocada a respeito do que realmente significa o termo “cultura”.

Não podemos dizer que um índio que não tem contato com livros, nem com música clássica, por exemplo, não possui cultura. Onde ficam seus costumes, tradições, sua língua?

O conceito de cultura é bastante complexo. Em uma visão antropológica, podemos o definir como a rede de significados que dão sentido ao mundo que cerca um indivíduo, ou seja, a sociedade. Essa rede engloba um conjunto de diversos aspectos, como crenças, valores, costumes, leis, moral, línguas, etc.

Nesse sentido, podemos chegar à conclusão de que é impossível que um indivíduo não tenha cultura, afinal, ninguém nasce e permanece fora de um contexto social, seja ele qual for. Também podemos dizer que considerar uma determinada cultura (a cultura ocidental, por exemplo) como um modelo a ser seguido por todos é uma visão extremamente etnocêntrica.

A vida de Sócrates.


Sócrates
Sócrates foi um ateniense que marcou a filosofia ocidental. Apesar de não deixar nenhum registro sobre seus pensamentos, Platão e Xenofonte, seus principais discípulos relataram sua vida e seus pensamentos. Ao contrário dos demais filósofos, Sócrates buscava conversar com todas as pessoas e em qualquer lugar.

Sócrates buscava esclarecer às pessoas que era necessário primeiramente conhecer a si próprio antes de buscar conhecimentos sobre a natureza e os outros, ele dizia: “Conhece-te a ti mesmo”. Ele questionava as pessoas sobre suas idéias, valores e tudo aquilo que conheciam. Também é dele a expressão: “Sei que nada sei”.
Tudo o que buscava resumia-se na palavra essência. A essência real e verdadeira que não é perceptível e sim que é encontrada através do pensamento que se denomina conceito. Tal busca incessante pelo conceito das coisas existentes fez com que os filósofos e os demais poderosos de Atenas se sentissem ameaçados por ele. Dessa forma, condenaram Sócrates à morte por induzir e corromper os jovens. Esse, que poderia facilmente se libertar da morte, aceitou-a tomando um copo de cicuta morrendo em prol da sua filosofia.

Sócrates conseguiu transformar a filosofia em uma capacidade de conhecer as reais causas das coisas.

Tipos de Religiões e Assuntos Relacionados.


Adventismo:


Símbolo da Igreja Adventista do Sétimo Dia
O adventismo é uma seita que prega a volta de Cristo e consequentemente o fim do mundo. Acreditam que o fim do mundo está próximo e que após isso Cristo irá reinar. Criado por Willian Miller, fazendeiro e ex-militar americano que após ler o Antigo Testamento e calculou a volta de Cristo para 21 de março de 1843 e 1844. A teoria de Miller não se confirmou e algumas das cem mil pessoas que esperavam o cumprimento da profecia calcularam uma nova data para a vinda de Cristo que novamente não aconteceu. A seita então foi finalizada.

Em 1863, a seita ressurgiu tendo como líder Ellen Gould Harmon, antiga seguidora de Miller. Ellen não calculou uma nova data para a vinda de Cristo acreditando que somente Deus sabe o dia e a hora que Cristo realmente vai voltar.

O adventismo se espalhou por todo o mundo e deu origem a outros movimentos sendo que o mais conhecido no Brasil é a Igreja Cristã Adventista. Caracteriza-se por: guardar os sábados, não comerem carne, não beber álcool e não fumar. Usam fontes como referência, mas a mais usada é a bíblia.


Ateísmo:




Karl Marx exclamava odiar todos os deuses
Ateísmo é a descrença em qualquer deus ou entidade divina que não se prende à filosofia, a religiões específicas ou sistemas particulares de organizações sociais. Muitas pessoas confundem os ateus com os adoradores de Satã pelo fato de não acreditarem em Deus, mas esta confusão é fortemente equivocada pelo fato de que para adorar Satã é necessário aceitá-lo como deus.
Para os ateus, a idéia de Deus ou qualquer outra divindade é autocontraditória e não possui qualquer tipo de evidência de sua existência. É dividido em:
• Ateísmo Cético onde afirma que a existência de deuses é duvidosa, improvável ou insuficiente. É também chamado de ateísmo fraco, negativo ou implícito.
• Ateísmo Explícito que nega abertamente a existência de qualquer deus sendo uma corrente materialista. É também chamado de ateísmo forte, ativo ou positivo.
• Agnosticismo que julgam ser impossível provar a existência de Deus e sua inexistência.
Em 1841, Karl Marx exclamava odiar todos os deuses e assim conseguiu fazer com que todos os marxistas se tornassem ateus. Dizia que Deus tirava a grandeza do homem e sua independência fazendo com que as pessoas se tornassem dependentes para tudo.


Budismo:




O rosto de Buda



Criado na Índia pelo príncipe Sirdata Gautama, o Buda, por volta do séc. VI a.C. É um conjunto de princípios éticos, filosóficos e religiosos onde Buda não é considerado um deus e sim um guia espiritual e é venerado por isso. Os seguidores budistas podem conviver com outras religiões, o que torna essa diferenciação importante.

A origem do budismo está no hinduísmo, onde Buda é considerado a nona encarnação de Vishnu (deus do hinduísmo). O budismo se expandiu bastante, mas foi freado na Índia a partir do séc. VII depois da invasão muçulmana, mas, se expandiu intensamente na Ásia.

Os ensinamentos de Buda se baseiam na doutrina hinduísta do samsara, onde após a morte o homem está condenado a reencarnar e agüentar os sofrimentos do mundo. Sua vida futura é definida pelo que o indivíduo realizou na encarnação passada e isso é conhecido como “carma”. Buda ensina que a evolução e o aperfeiçoamento total do espírito permitem encerrar o ciclo de reencarnações; esse ensinamento leva o nome de nirvana. A meditação conforme Buda é o principal caminho para alcançar o nirvana.

Pelo fato de Buda transmitir seus ensinamentos oralmente, houve várias interpretações e cada interpretação deu origem a uma corrente budista. Hoje a corrente que mais se destaca é o budismo tibetano conhecido também como lamaísmo onde Dalai-Lama que quer dizer guru dos oceanos é o líder espiritual. Os Dalai-Lamas são considerados a reencarnações do príncipe Cherezig o Avalokitesvara, possuidor do lótus branco que representa a compaixão. Atualmente Tenzin Gyatso é o 14º Dalai Lama. Nasceu numa família de agricultores na aldeia de Takster no leste do Tibet com o nome de Lhamo Thondup. Foi reconhecido como Dalai-Lama aos dois anos e aos quatro anos foi separado da família e foi morar no Palácio de Potala para uma rigorosa preparação para Dalai- Lama onde estudou o budismo, a história e a filosofia.

Dalai Lama é o pai espiritual de milhares de tibetanos e Prêmio Nobel da paz de 1989.

Cabala:


Símbolo da Cabala
Tem origem hebraica nomeada Kabalah que significa recebimento, aceitação. Surgiu no período 200 a.C. como uma espécie de doutrina teológica, filosófica e metafísica transmitida por gerações. A cabala é uma coleção de escritos esotéricos com interpretações místicas e numerológicas das escrituras hebraicas.

Seus autores tratam cada letra, número e acento como códigos secretos onde revelaria significados ocultos aos olhos humanos. Acreditam que a cabala contém preceitos que liberta as pessoas da escravidão mental permanecendo constante em todas as religiões resgatando os textos modificados ao longo do tempo e restituindo o estado original da mulher mostrando também que a magia negra está presente no nosso dia-a-dia.

A cabala possui 10 dimensões:

• 1º é o Estado de Gueinon (inferno)→ A angústia e o medo são constantes não apresentando expectativa de melhora.

• 2º é o Estado da Fome → A pessoa é escravizada por suas necessidades tornando-se escrava dos seus desejos.

• 3º é o Estado de Escolha → A pessoa toma conhecimento do seu livre arbítrio.

• 4º é o Estado da Ira → A pessoa se identifica como homem de Deus tornando-se insensível e duro.

• 5º é o Estado da Tranqüilidade → A pessoa consegue um equilíbrio mental com o emocional controlando assim, a ansiedade.

• 6º é o Estado da Alegria → A pessoa percebe a Presença Divina manifestada pela alegria.

• 7º é o Estado de Erudição → A pessoa concilia a sabedoria e o entendimento não deixando que a tranqüilidade e a alegria se percam.

• 8º é o Estado da Absorção → A pessoa se torna receptiva absorvendo coisas além da mente e do coração.

• 9º é o Estado de Tsadik → A pessoa percebe a vida de uma maneira clara compreendendo a lógica do universo.

• 10º é o Estado de Mashiach (messias) → A pessoa se sente responsável pela sustentação do universo.


Candomblé:

Candomblé
O candomblé chegou ao Brasil no por volta do século XVI e XIX, com o tráfico de escravos negros da África Ocidental.

Religião afro-brasileira que cultua os orixás, deuses das nações africanas de língua ioruba dotados de sentimentos humanos, como ciúme e vaidade.

Para sobreviver às perseguições, os adeptos passaram a associar os orixás aos santos católicos, em um processo chamado de sincretismo religioso.

Como por exemplo; Iemanjá que é associada a Nossa Senhora da Conceição.
As cerimônias ocorrem em templos chamados terreiros. As celebrações, as invocações e os cantos são feitos na língua africana ao som de tambores.
No templo é realizada a lavagem simbólica da escadaria da igreja, com água perfumada e flores.

Hare Krishna:


Religião ligada à crença do hinduísmo
A sociedade Internacional da Consciência Krishna é uma religião ligada à crença do hinduísmo originado em 1966. Os princípios básicos do Hare Krishna são os ensinamentos do guru Sri Caitanya Mahaprabhu, idealizador do movimento espiritual revolucionário que rompe as barreiras do sistema de castas na Índia. Os praticantes do Hare Krishna conseguem alcançar a iluminação espiritual através do cantar do mantra Hare Krishna. Os mantras são uma espécie de poema místico cantado muitas vezes com ajuda da meditação. Krishna é o nome de Deus em sânscrito. Já Hare Krishna quer dizer “a energia de Deus”. Esse movimento encontra-se presente em diversas partes do mundo, sendo disseminado pelos seus seguidores. Esse segmento religioso teve origem no Brasil por volta de 1973, com a chegada dos primeiros missionários vindos do Havaí.

Os princípios espirituais

As pessoas que desejam fazer parte do movimento Hare Krishna devem passar por quatro etapas, que são: não comer peixe, ovos e carnes, não usar drogas, bebidas alcoólicas, fumo ou café, não praticar jogos de azar e fazer sexo apenas dentro do casamento com o objetivo de gerar filhos. Pois esse seria fruto de um relacionamento estável onde estaria dando continuação à vida e aos conceitos do Hare Krishna.

Umbanda:


Tranca ruas
A Umbanda é uma mistura de religiões européias e africanas, ela surgiu na década de 20 no século XX, no Rio de Janeiro - Brasil.
Os pilares da umbanda é: o amor, a caridade e a humildade. Os umbandistas acreditam em um único deus (OLORUM) que é o criador de tudo e de todos, além disso reverenciam entidades superiores (ORIXÁS), sendo que o principal é Jesus (OXALÁ).
A umbanda considera que o universo é habitado por guias espirituais, os umbandistas entram em contato com homens com intermédio dos chamados "médium", que incorpora os guias espirituais.
Os guias espirituais umbandistas são represtandos por figuras como o caboclo, o preto-velho e a pomba-gira, durante as seções de consultas espirituais.
Na umbanda, existem diferentes variações das ramificações existentes (suas crenças), os Orixás são cultuados como divindades de um plano astral superior, que na terra representam às forças da nautreza, muitas vezes eles acreditam a força da natureza como o próprio Orixá.
Oxum - é o orixá das águas doces;
Iemanjá - é o orixá das águas salgadas;
Iansã - é o orixá dos ventos, chuvas fortes e os relâmpagos;
Xangô - é o orixá das forças das pedreiras;
Oxóssi - é o orixá da energia das matas;
Ogum - é o orixá dos metais.
Na umbanda, são 7 orixás em ordem:
Oxalá: Representado por Jesus.
Oxossi: Representado pelos caboclos ou indios brasileiros ou não.
Ogum: Os chamados guerreiros.
Ibeji Bejada: A linha das crianças.
Oxum: Representada pela força da água doce, rios e cachoeiras.
Xangô: Representa a justiça e a força das pedreiras.
Yemanjá: Representa a água salgada, o mar.
Muitas pessoas acreditam que a umbanda trata-se de uma variação do Candomblé ou com a Kiumbanda, mas ela não tem nada haver, é uma religião que trabalha com entidades do Plano Astral ou seres da natureza e utiliza a incorporação para trabalhar com as necessidades do homem, trazendo forças externas e a sabedoria dos mestres da Aruanda para a cura e a energização do campo astral humano.


Seicho-No-Ie:


Símbolo da Seicho-No-Ie
A Seicho-No-Ie foi fundada em 01 de março de 1930 no Japão por Masaharu Taniguchi. A Seicho-No-Ie é considerada uma filosofia de vida e ao mesmo tempo uma religião. Seu objetivo é alertar as pessoas que todos são filhos de Deus e que através de gestos, pensamentos e palavras pode-se fazer um mundo melhor. É uma filosofia que ultrapassa doutrinas religiosas pois acredita que toda religião é luz para a salvação.
A Seicho-No-Ie recebe pessoas de todo credo e religião para participar de suas atividades, o principal para os adeptos da Seicho-No-Ie é que as pessoas sintam-se bem e felizes.
 A Seicho-No-Ie ensina as pessoas a reconhecer sua natureza de filhos de Deus e a partir do momento que as pessoas assumem essa natureza, começam a acontecer milagres em suas vidas. Usam mensagem simples e objetiva para atingir o coração de qualquer pessoa.

Satanismo:


Símbolo do satanismo
É um movimento religioso e filosófico que gira em torno de satã, é caracterizada pela busca do hedonismo e pela rejeição de toda forma do cristianismo.
O satanismo tende a oferecer um novo meio de vida chocando as normas cristãs, normas morais e normas de comportamento estabelecidas pela sociedade. Hoje o maior número de satanistas são jovens que são mais vulneráveis e influenciados. Algumas bandas de rock pauleira divulgam o satanismo.
Existem vários tipos de satanismo: satanismo religioso, satanismo gótico, satanismo filosófico entre outros.
O maior e mais tradicional grupo de satanistas é a Igreja de Satanás que para atrair publicidade, cloraram o ritual católico sendo chamado de missa negra afim de ridicularizar a Igreja Católica.
O fundador da igreja satânica é Anton Szandor LaVey que recebeu ensinamentos de sua avó cigana.
O pentagrama é um símbolo usado contra o cristianismo com duas pontas para cima simbolizando o rosto de Baphomet. Outro símbolo usado por satânicos é a cruz invertida que segundo São Pedro não era digno de ser crucificado como Jesus. Os satanistas identificam Lúcifer como o criador do universo assumindo características principais da divindade.

Deus:


O ser supremo que tem todo conhecimento
É o ser supremo, que tem todo conhecimento (onisciente), que está em toda parte (onipresente) e tem poder absoluto (onipotente), infinito, eterno, perfeito, o bem supremo. Praticamente, todas as religiões estão fundamentadas na idéia de um “deus” ou vários “deuses”. Há religiões que admitem a existência de um Deus único (monoteístas) e as que supõem a existência de vários deuses (politeístas).

Há milênios vem sendo discutida a existência de Deus, fato que nem a ciência conseguiu provar ou negar. A crença em um ou mais deuses é uma questão de fé.


Catolicismo:


Veneram santos por acreditarem que são intermediários entre o homem e Deus
O catolicismo é um nome usado para indicar os aderentes à Igreja Católica Romana ou para identificar pessoas que acreditam ser descendentes dos apóstolos. É dirigido por um papa que é a autoridade máxima dessa rígida hierarquia.

Seu ponto histórico na doutrina é o culto e o credo aos santos que os veneram por acreditar que são intermediários entre o homem e Deus. Maria, mãe de Jesus é considerada a maior intermediária. A missa é o principal ato católico que reconstitui o ritual da última ceia. Os demais são o batismo, a crisma, a penitência, o casamento, a ordenação e a unção dos enfermos.

Os papas são eleitos por uma eleição especial de cardeais chamada conclave desde a idade média. Antigamente todos os papas eram italianos, mas, foi quebrado quando o polonês Karol Wojtyla, o João Paulo II entra no poder em 1978.João Paulo II condenava o divórcio, o aborto e os métodos de contracepção.

O cristianismo é considerado a principal religião do Brasil desde o século XVI e o catolicismo é o predominante com 74% da população. A hierarquia católica no Brasil tem três vertentes: o clero tradicionalista que conserva e defende a ortodoxia, os remanescentes da Teologia da Libertação que forma uma esquerda eclesiástica e a Renovação Carismática que são os mais recentes e vigorosos contendo grande parte dos católicos do país.

Dia dos Mortos - Dia de Finados:


A principio era ligado aos cultos agrários e de fertilidade
Um dos cultos mais antigos e que esteve presente em quase todas as religiões, em especial as mais antigas é o culto aos mortos. A principio era ligado aos cultos agrários e de fertilidade. Para os mais antigos, os mortos eram como sementes, e por isso eram enterrados com vistas à ressurreição.

O dia dos mortos na prática da Igreja Católica surgiu como uma ligação suplementar entre mortos e vivos. O mundo em geral, tanto religiosos como profano aderiu a tal prática. No século I, os cristãos visitavam os mortos em seus túmulos para rezar pelos que morreram, mas iam apenas ao tumulo dos mártires.

Já no século V, um dia do ano era dedicado para rezar por todos os mortos, a igreja rezava por aqueles que ninguém mais lembrava. Exatamente no século X, a Igreja Católica estabeleceu um dia oficial para os mortos (Dia de Finados). Foi a partir do século XI, que os papas Silvestre II, João XVII e Leão IX passaram a forçar a comunidade a dedicar um dia aos mortos.
No século XIII, tal data passou a ser comemorada no dia 2 de novembro, pois no dia 1º de novembro é a festa de Todos os Santos (celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados). Atualmente as pessoas comemoram o dia dos mortos, levando flores aos túmulos e participam dos eventos ecumênicos de tal data.

Fraternidade Rosa-Cruz:


Robert Fludd, um dos mais conhecidos líderes da Fraternidade Rosa-Cruz.
Conforme sabemos, o século XVI foi marcado por uma grande convulsão religiosa que deu origem aos movimentos protestantes. Ao mesmo tempo, vários relatos davam conta sobre um possível fim do mundo que encerraria os pecados e conturbações que afligiam a humanidade. Foi nesse intrigante contexto que observamos o surgimento de uma sociedade secreta que combinava a renovação religiosa dos reformistas com as misteriosas indagações místicas da época.

De fato, para compreendermos o aparecimento desta manifestação religiosa, devemos vasculhar as histórias encontradas em três obras que explicam e codificam as práticas dos rosa-cruzes. No livro “Fama fraternalis”, datado de 1614, atribui-se a criação da sociedade ao alemão Christian Rosenkreutz. Considerado líder da Fraternidade, Christian teria experimentado uma profunda revelação religiosa ao entrar em contato com o conhecimento de muçulmanos orientais.

Mesmo “Fama fraternalis” sendo publicado no século XVII, algumas pesquisas indicam que a Rosa-Cruz teria começado entre 1597 e 1598. De forma geral, os integrantes da Rosa-Cruz estavam ligados ao desenvolvimento das ciências e à prática da alquimia. Inspirado pelas teorias de Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, muitos deles acreditavam que seria possível descobrir os desígnios de Deus através de uma investigação sistemática da natureza.

Entre diferentes profecias, os rosa-cruzes falavam sobre a reveladora vinda de “Elias artista” que, na verdade, significava a constituição da Fraternidade Rosa-Cruz. De forma geral, o movimento procurava conciliar fé e razão com a constituição de narrativas míticas e promessas de uma vida marcada pela busca da verdade. No entanto, opiniões se dividiam entre o elogio da verdadeira experiência religiosa cristã e o desmerecimento à atividade de um bando de feiticeiros místicos.

A Inglaterra foi um dos países em que a Fraternidade Rosa-Cruz ganhou a maior parte de seus adeptos. Robert Fludd, um dos maiores entusiastas da organização em terras britânicas foi o responsável por explicar a simbólica fusão entre a rosa e a cruz. De acordo com Robert, a cruz fazia referência ao Salvador e rosa significava a purificação espiritual. Em pouco tempo, a popularização dos rosa-cruzes alertou as autoridades religiosas do século XVII.

No século XVII, o rei José II, do Sacro-Império Germânico, proibiu a formação de qualquer tipo de sociedade religiosa secreta, com exceção da maçonaria. Foi a partir desse momento que muitos indicam a fusão entre a Fraternidade Rosa-Cruz e a Ordem Maçônica. Ao se associarem com os maçons, a Fraternidade estabeleceu a incorporação de novas simbologias e a criação do “grau de mestre” que, até hoje, faz parte da hierarquia maçom.

No período contemporâneo, diferentes denominações se auto-proclamam seguidoras da Fraternidade Rosa-Cruz. A “Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis”, criada no final do século XIX, prega uma relação profunda com os rosa-cruzes e alegam que sua origem, na verdade, resgata uma fraternidade criada no Antigo Egito, durante o reinado de Amenófis IV. Cercada por mistérios e crenças, essa ordem pode ser vista como uma conseqüência das mudanças religiosas e científicas do início da Idade Moderna.

Gnosticismo:


Um dos símbolos do Gnosticismo
É um termo que significa conhecimento. Antecede o cristianismo e tem suas raízes na ciência egípcia e na filosofia grega.
Para os gnósticos, o homem precisa se libertar dos sofrimentos do mundo e isso somente poderá acontecer pelo conhecimento.
Acreditam que Cristo não veio ao mundo em corpo físico e nem participou das fraquezas e das emoções humanas, mas há algumas linhas gnósticas que acreditam que Cristo veio em duas formas distintas, a de homem e de um ser divino.
 Acreditam também que a maturidade espiritual é o ato que confirma a crença de uma pessoa em Deus e não o batismo e também que o próprio homem é quem dirige seu interior e descobre seu próprio caminho sem precisar de um guia espiritual e um templo no qual precisará freqüentar.

Namoro Cristão:


Namoro Cristão
Atualmente, a religião vem influenciando muito em relação ao namoro. A visão dela sobre o namoro é um pouco rígida para os parâmetros atuais do namoro, porém é necessária. Na atual conjuntura social que vivemos está ocorrendo à banalização do namoro.
Há algum tempo atrás o namoro era algo sério, a liberdade do casal era pouca; baseava-se apenas em segurar as mãos, às vezes o rapaz conseguia roubar um beijo escondido dos pais da donzela.
Já hoje o namoro é algo que se leva na brincadeira, juntamente com o tal de “ficar” (você dá uns beijos ou até mesmo tem relações, só que você nunca mais vê o parceiro).
O namoro está bem libertino, já envolve caricias mais intimas incluindo sexo. Porém a religião está fazendo com que volte o respeito que havia no namoro.
Dentro da visão da religião o namoro é um período de conhecimento mútuo, conhecimento da alma, do coração, nunca do físico um do outro. 


A parte física fica reservada para após o casamento, para isso os religiosos fazem a comprovação através da bíblia (hebreus 13,4; Gêneses 2,24...). Mas devemos lembrar que a religião não nos impõe isso, apenas nos dá à opção de praticar a “visão de Deus” ou a “visão mundana”. Cabe a nós essa decisão.

Ocultismo:


Selo de Babalon
Ocultismo ou ciências ocultas é o conjunto de teorias e práticas que estudam a natureza do homem desvendando os segredos dos homens e da natureza. Trata do que está sobrenatural escondido ou secreto aos olhos humanos.
O ocultista não crê na influência diabólica das suas práticas e crê e desenvolve um interesse mórbido em relação ao ocultismo. O termo ocultismo foi criado no século XIX pelo francês Eliphas Lévi e designa uma série de teorias, práticas e rituais baseados em conhecimentos secretos e sobrenaturais.
Uma forte corrente do ocultismo é a Nova Era que interliga várias seitas relacionadas ao ocultismo. A consulta dos astros é uma conduta pagã e idólatra sendo que quem se instrui através de horóscopo ou qualquer outro para saber a sorte está desobedecendo a Deus e praticando o ocultismo. Praticamente todas as religiões que derivam do ocultismo pregam sobre reencarnação.
As conseqüências para quem pratica o ocultismo ou se envolve com ele é : intranqüilidade, angústia, melancolia, sexo pervertido, inclinação para o suicídio, avareza, raiva incontida, pesadelos, depressões, blasfêmias, aversão à palavra de Deus, alucinações e psicoses místicas.

Os sete pecados capitais:

Ira: um dos sete pecados capitais
O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo.

Os sete pecados capitais são:

1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.

Paganismo:


Deus pagão turco
Paganismo significa uma série de tradições marcadas pela devoção à natureza e a crença em vários deuses. Teve suas origens na pré-história onde vários povos praticavam rituais à natureza, pois acreditavam que a Terra era sagrada e seus elementos eram associados à divindades.

Realizavam sacrifícios, oferendas e festivais para homenagear os deuses e também para receber o novo ciclo da natureza. O paganismo também é usado desde o século IV no Império Romano para classificar aqueles que não acreditavam no Deus único da bíblia que não batizavam. São aqueles também que não têm noção de inferno, pecado e mau absoluto.
Acentuam a experiência religiosa individual sendo politeístas por natureza, ou seja, alguns veneram deuses e deusas enquanto outros veneram uma força vital, e outros ainda veneram o casal cósmico. Enfatizam a existência de uma deusa que deve ser adorava como o Deus. O paganismo não tem parte com a magia negra nem com o diabo, pois não acreditam na sua existência e por ambos fazerem parte dos ideais cristãs.

Os pagãs desenvolvem liturgias e costumes religiosos típicos, locais e ancestrais que diferencia das demais religiões. Alguns tipos de paganismo: wicca que é a feitiçaria moderna , bruxaria tradicional que são videntes, mágicos, profetas, curandeiros, stregheria, tradições nórdicas, druidismo, xamanismo, asatru e luciferianismo.

Pecado e Perdão:


O símbolo da libertação do pecado
Pecado é a transgressão da lei seja ela divina ou não. Não existe tamanho nem gravidade sendo o pecado somente pecado. Pode-se pecar por:
Palavras: Quando dizemos algo que ofende, maltrata, suborna outras pessoas;
Pensamentos: Quando pensamos na mulher do vizinho, no homem casado que trabalha no banco, quando projetamos o mal a alguém;
Obras: Quando praticamos o mal, estupro, sexo fora do casamento, gestos obscenos.

O pecado pode ser ainda:
Voluntário: Quando planejamos e projetamos o mal;
Involuntário: Quando sonhamos ou pensamos em algo errado.

Segundo a Bíblia, o pecado é perdoado por meio da confissão. O pecado confessado gera perdão da parte de Deus, mas se confessardes de coração arrependido. Se o pecado for contra alguém, deve-se pedir primeiramente perdão a pessoa ofendida e depois a Deus. Caso o ofendido não libere perdão, tenha testemunhas de que fez sua parte e Deus como vê tudo e sabe de tudo, verá o que está em seu coração e te perdoará.

O perdão é a liberação do pecado do ofensor, ou seja, quem pecou recebe a libertação da culpa do pecado pelo ofendido. O perdão verdadeiro é gerado pela misericórdia e não pela tolerância e permissão. Na Bíblia diz que o pecado é perdoado mas, o que o pecado semeou o perdão não retira; o pecador sofrerá as conseqüências do seu pecado para que aprenda com o erro e não peque mais.

Quando somos ofendidos, sentimos desejo de vingança, nos sentimos injustiçados, com raiva e dor mas, ao receber um pedido de perdão verdadeiro devemos nos lembrar de que Deus nos perdoou primeiro e que somos pecadores.


Religião.


O que é religião?

Religão deriva do termo latino  "Re-Ligare", que significa "religação" com o divino. A religião pode considerada como um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que a sociedade considera como sobrenatural, divino e sagrado. A idéia de religião com muita frequência contempla a existência de seres superiores que teriam influência ou poder de determinação no destino humano.

A ideia dessa postagem é trazer informações sobre a religião e também de mostrar conteúdos novos e interessantes.

Entalpia.


A energia interna ou o conteúdo de energia que cada substância tem em sua constituição é o que denominamos entalpia (H)
Nas reações estudadas na Termoquímica há liberação (exotérmicas) ou absorção (endotérmicas) de calor.
Por exemplo, quando se acampa, normalmente se constrói uma fogueira, para que o calor liberado e a luz emitida pela queima da madeira possam aquecer e iluminar o ambiente. Essa reação de combustão da madeira é uma reação exotérmica, pois libera calor.
Porém, surge a questão: “De onde veio essa energia em forma de calor?”.
Essa energia já estava presente nas moléculas que, no estado gasoso, apresentam movimento caótico, desordenado, que gera pressão. Assim, a energia liberada já estava contida nos reagentes e, ao se produzirem os produtos, essa energia é liberada. Para se entender como cada substância já apresenta um conteúdo de energia, pense, por exemplo, na energia envolvida nos movimentos dos átomos e das moléculas e na energia associada à atração e à repulsão entre as partículas, como íons, moléculas ou prótons e elétrons.
Definição conceitual de entalpia.
A entalpia varia de acordo com a constituição das substâncias. Entretanto, é impossível calcular a entalpia que cada substância apresenta. Assim, costuma-se calcular não a entalpia, mas a variação de entalpia (∆H) do processo. Isso é feito através da diferença entre a entalpia dos produtos (entalpia final) e a entalpia dos reagentes (entalpia inicial):
Fórmulas do cálculo da variação de entalpia.
Lembrando que a variação de entalpia é sempre calculada em sistemas que apresentam troca de calor sob pressão constante.
Se o valor da variação de entalpia der negativo, significa que o sistema perdeu energia na forma de calor, ou seja, é um processo exotérmico. O contrário também é verdadeiro: se a variação da entalpia der positiva, maior que zero, a reação é endotérmica, pois significa que se ganhou ou absorveu calor.
Além disso, visto que a variação da entalpia depende de uma série de fatores (temperatura, pressão, estado físico e número de mol), criou-se um referencial para que se compare a entalpia da substância, que foi denominada entalpia padrão (H0).
Definição conceitual de Entalpia Padrão.
Quando todos os reagentes e produtos de uma reação estão no seu estado padrão, a variação de entalpia será denominada variação de entalpia padrão (∆H0).

Termoquímica.


O objeto de estudo da Termoquímica são as trocas de calor
Definição conceitual de termoquímica
Existem dois tipos de processos com trocas de calor: exotérmicos e endotérmicos. Vejamos cada um deles:
Definição conceitual de reações exotérmicas.
A palavra exo vem do grego, que quer dizer “para fora”; isso significa que o calor vai para fora do sistema, ou seja, é liberado.
Nesse tipo de reação, a vizinhança esquenta (tem a sua temperatura aumentada), pois recebe o calor liberado na reação.
Por exemplo, na condensação da água, que é a transformação do vapor de água para a água no estado líquido, é preciso retirar calor do vapor. Um caso desses ocorre quando o vapor de água presente no ar transfere calor para um copo mais frio e se torna água líquida, que pode ser vista nas paredes externas do copo.
Um exemplo bem comum de reações exotérmicas são as combustões. Quando se queima a madeira, libera-se energia na forma de calor e também há emissão de luz. Se estivermos próximos a essa queima da madeira, poderemos absorver uma parte do calor que é liberado nessa reação.
Exemplos de Reações Exotérmicas.
Definição conceitual de reações endotérmicas.
A palavra endo vem do grego e significa “para dentro”; assim, o calor vai para dentro do sistema, ou seja, é absorvido.
Com isso, as reações endotérmicas dão uma sensação de frio, pois o sistema absorve calor. Por exemplo, as bolsas de gelo instantâneo contêm cápsulas de nitrato de amônio (NH4NO3) e água. Quando essas cápsulas se partem, essas substâncias reagem, realizando uma reação endotérmica, pois produzem uma sensação de frio, isto é, o sistema absorve calor.
Outro exemplo é o fenômeno inverso do citado anteriormente para a água. Se quisermos que a água líquida passe para o estado de vapor (vaporização), deve-se fornecer calor ao sistema, para que ele o absorva e assim ocorra a mudança de estado físico.
Exemplos de Reações Endotérmicas
Resumindo:
Resumo dos principais conceitos relacionados à Termoquímica.